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Chicago

CEOs devem olhar para os escritórios como mais que espaços: a questão está toda ligada à cultura

Motivação não é algo que se possa impor.  Promover o aumento da produtividade e da capacidade de realização tem a ver com cultura, comunidade e experiência compartilhadas.


​​​Na qualidade de 'presidentes do ambiente de trabalho' e responsáveis pela cultura da empresa, os CEOs estão ativamente buscando aumentar o valor para o acionista por meio de mudanças radicais nas estratégias relativas ao espaço de trabalho.  No entanto, alguns CEOs podem não estar enxergando a questão principal. "O verdadeiro debate está em promover a cultura corporativa como​​​​​ um dos principais propulsores do desempenho empresarial", afirma Susan Lim, membro do conselho global de workplace strategies da Jones Lang LaSalle, responsável pela região Ásia-Pacífico. "Para impulsionar a economia global, é preciso criar uma cultura compartilhada que esteja alinhada com a visão do CEO.  Motivação não é algo que se possa impor. Nós deveríamos debater como as empresas criam e mantêm cultura, comunidade e experiência", diz Lim.

Três princípios-guia para transformar a cultura do local de trabalho

Susan Lim e o conselho global de workplace strategies da JLL recomendam que as organizações transformem seus locais de trabalho por meio de três princípios-guia: (1) O sucesso corporativo começa pela cultura compartilhada, alinhada com a visão do CEO;  (2) Comunidades compartilhadas promovem o aumento da produtividade; e (3) Aumentar o envolvimento dos funcionários por meio da criação de locais preferidos no ambiente de trabalho.

1. O sucesso corporativo começa pela cultura compartilhada, alinhada com a visão do CEO:

Os CEOs precisam impulsionar o valor para o acionista e a estratégia de negócios; para isso, é essencial definir e modelar uma cultura compartilhada, valores compartilhados e o espírito de coletividade.  Na organização saudável, o CEO define a visão e modela os valores culturais.  Somente depois disso é que a execução e a política surgem, oriundas desse conjunto de valores e objetivos compartilhados.

Quando o CEO se concentra na cultura, os acionistas prestam atenção. Segundo a empresa global de pesquisa Great Places to Work, "o desempenho financeiro de empresas de capital aberto de nossa '100 Best Company List' (lista de 100 melhores empresas) sistematicamente supera os principais índices de ações em 300%, além disso, essas empresas registram metade das taxas de rotatividade voluntária de seus concorrentes".

"A missão compartilhada cria uma organização resiliente e de alto desempenho – não [meramente] políticas específicas", observa Claudia Hamm-Bastow, membro do conselho global de workplace strategies da JLL, responsável pela região EMEA (Europa, Oriente Médio e África). "Quando a cultura é um forte reflexo da visão do CEO, ela cria um vínculo subjacente que incentiva os gestores a traduzir os valores compartilhados dentro de seus próprios locais de trabalho, promovendo um senso de identidade e de integração".

2. Comunidades compartilhadas promovem o aumento da produtividade

"Os propulsores da produtividade emanam naturalmente dos valores compartilhados, podendo gerar tanto receita como economias", observa Bernice Boucher, também membro do conselho global de workplace strategies da JLL, responsável pela região das Américas.  "A tecnologia nos possibilitou transitar por fronteiras tradicionais de espaço e de zonas de tempo, mas é a cultura compartilhada que modela a maneira como essa tecnologia e essa liberdade são alavancadas".

A construção do senso de coletividade motiva os funcionários e retorna dividendos em termos de retenção de pessoal, produtividade e inovação. Criar uma comunidade colaborativa de trabalhadores que pensam da mesma maneira e que desejam interagir para resolver os problemas corporativos é algo que funciona.

Essas comunidades impulsionam a geração de receita na medida em que aumentam a velocidade da tomada de decisões, incitam a inovação e promovem melhorias nos processos por meio de relacionamentos melhores.  Segundo Fred Reichheld, autor do livro The Ultimate Question 2.0  e criador da metodologia Net Promoter, "uma empresa não pode ser o melhor lugar para se comprar se não for o melhor local para se trabalhar".

Cultura e senso de coletividade podem ser compartilhados em âmbito mundial, mas o caminho que leva aos valores compartilhados será trilhado de diferentes maneiras, dependendo da localização geográfica e da função.  O senso de coletividade será construído de diferentes formas ao redor do mundo.  A capacidade de captar as nuanças culturais ajuda a construir comunidades mais amplas, conforme observado no infográfico da JLL, intitulado "Pocketbook of Cultural Change" (Livro de bolso da mudança cultural).

Karen Stephenson, professora da escola de pós-graduação em design da Universidade de Harvard e criadora da "Quantum Theory of Trust" (Teoria Quantum da Confiança), também enfatiza a importância de se construir uma comunidade de confiança: "A confiança é um 'utilitário' pelo qual flui o conhecimento (organizacional)".  Em um artigo sobre a Teoria Quantum da Confiança, o professor Art Kleiner, da Universidade de Nova York, concorda: "Pelo fato de as redes de confiança liberarem tanta capacidade cognitiva, elas podem (e efetivamente costumam) ter muito mais influência nas venturas e desventuras das empresas – no dia a dia e de ano a ano – do que a hierarquia oficial". Essa confiança precisa ser recíproca entre a organização e seus funcionários.

3. Aumentar o envolvimento dos funcionários por meio da criação de locais preferidos no escritório

"Se o local de trabalho for sem graça, monótono, um lugar que não desperta nenhuma inspiração, as pessoas não desejarão ir para lá e consequentemente poderão relutar em aceitar políticas que exijam contatos face a face", observa Boucher. "É difícil haver conflito construtivo quando os contatos ocorrem unicamente por meios virtuais.  O investimento na modelagem da cultura corporativa através de locais de trabalho que sejam verdadeiros destinos pode proteger um dos mais valiosos ativos de qualquer organização: sua identidade cultural e senso de coletividade".

"Muitas das mais importantes empresas vêm focando suas políticas e investimentos ligados ao local de trabalho para incentivar as pessoas a 'voltar' para o escritório", observa Boucher. "Mas trabalhar no escritório ou à distância não deveria ser uma escolha entre dois polos contrários. A flexibilidade chegou para ficar".

Nova pesquisa da JLL dá seguimento ao debate sobre os ambientes de trabalho: A Jones Lang LaSalle acaba de publicar a Global Corporate Real Estate Trends 2013, pesquisa que dá seguimento ao debate sobre o futuro dos escritórios e do trabalho, trazendo perspectivas adicionais de altos dirigentes de empresas, incluindo um exame das pressões internas que os executivos sofrem para chegar à solução certa para o local de trabalho. A pesquisa da JLL mostra que 72% dos executivos responsáveis pela área imobiliária corporativa enfrentam expectativas elevadas por parte das organizações quanto à melhora da produtividade do local de trabalho, e que 61% enfrentam expectativas elevadas no que se refere à melhora da produtividade dos funcionários. A JLL ouviu mais de 600 executivos responsáveis pela área imobiliária de empresas de 39 países.

Assista ao vídeo com os principais destaques da pesquisa: https://www.youtube.com/watch?v=DpZ7qFkusNU

A equipe de workplace strategies da JLL é um componente-chave de sua divisão de Soluções Corporativas. Ao criar parcerias para gerenciar e executar diversos serviços imobiliários corporativos, os profissionais da JLL ajudam as empresas a melhorar a produtividade, o custo, a eficiência e o desempenho de seus portfólios imobiliários nacionais, regionais ou globais. No Brasil, as atividades de workplace strategies são oferecidas pela área de Gestão de Projetos e Desenvolvimento. Em 2012, a empresa foi responsável pela gestão de projetos de escritórios no Brasil que totalizaram um volume de 107 mil m².

Para mais notícias, vídeos e recursos de pesquisa sobre a Jones Lang LaSalle, visite: a página global de Imprensa em http://www.joneslanglasalle.com/Pages/News.aspx.

A equipe global de líderes de workplace strategies da Jones Lang LaSalle está disponível para falar com a mídia.  Repórteres, editores e bloggers estão convidados a falar com Boucher, que está baseada em Nova York, Hamm-Bastow (EMEA) e Lim (Pacífico Asiático).  Outros estrategistas da JLL também estão disponíveis para comentários relativos a tópicos regionais e específicos.

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