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Chicago e Londres

Nível recorde de investimentos imobiliários contribui para crescimento econômico

Pesquisa da consultoria imobiliária JLL mostra que investimentos imobiliários atingiram os níveis pré-recessão; 50% de todo o volume de investimentos continuam concentrados em 30 cidades no mundo


​Uma análise das principais cidades para investimentos imobiliários continua demonstrando a contribuição do mercado imobiliário para o sucesso de cidades consolidadas e emergentes no mundo. De acordo com a pesquisa desenvolvida pela consultoria JLL (NYSE:JLL), espera-se que o volume de investimentos diretos no mercado imobiliário tenha atingido US$ 700 bilhões em 2014, chegando aos níveis pré-recessão de 2006. As primeiras projeções indicam que o volume deverá crescer entre 5% a 10% este ano, impulsionado por um ambiente econômico de mais confiança.

Na pauta do Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça, reunião anual de líderes empresariais e políticos para discutir questões globais, nota-se uma valorização da importância dos imóveis no contexto mundial. Um olhar sobre as 30 cidades onde se concentram 50% dos US$ 5 trilhões em investimentos diretos no mercado imobiliário na última década mostra o impacto dos investimentos imobiliários e da confiança dos investidores na força das cidades já consolidadas, e no crescimento das cidades secundárias. Esta tendência é ainda mais evidente nas quatro supercidades: Londres, Nova York, Paris e Tóquio, onde um em cada cinco dólares em transações imobiliárias comerciais aconteceram, o que representa 19% do volume total de transações no mundo.

"Os investimentos imobiliários estão atingindo os níveis registrados antes da grande crise financeira, o que nos deixa otimistas sobre o impacto positivo desses investimentos nas cidades, em parte, devido às melhores práticas de subscrições nos últimos anos. Esperamos que os investimentos continuem crescendo, pois o mercado está sobre uma base mais sólida do que antes da recessão, além de contar com controles e análises mais rigorosas e robustas sobre os investimentos", diz Colin Dyer, CEO global da JLL.

 

 

A expectativa é de que os investimentos diretos no mercado imobiliário global continuem crescendo e cheguem a US$ 1 trilhão em 2020, impulsionados pelos seguintes fatores:

  • Aprimoramento de controles, incluindo redução da dependência de alavancagem, maior uso de capital próprio, padrões mais rigorosos de garantias e maior controle dos comitês de investimento.

  • Surgimento de novas fontes de capital, principalmente nos países da Ásia e em outras economias emergentes.

  •  Aumento da alocação para investimentos diretos no mercado imobiliário por parte de investidores institucionais em mercados desenvolvidos devido às baixas taxas de juros e à evolução do ambiente regulatório.

  • Aumento dos investimentos internacionais de Coreia do Sul, China, Taiwan e Malásia estimulado por esforços de governo para reduzir a excessiva exposição da economia local.

Pesquisa recente da JLL identifica a contínua importância das quatro supercidades globais, enquanto cidades secundárias ricas na Europa e nos EUA também crescem e atraem investidores:

 

 

  • Dominância das supercidades no total de investimentos internacionais em 2014 foi impulsionada em parte por megatransações de ativo único, como as das torres de escritórios Gherkin e HSBC em Londres, a Pacific Century Place em Tóquio, e a dos hotéis Waldorf Astoria em Nova York e Marriott Champs Elysees em Paris. Curiosamente, duas dessas transações foram realizadas por investidores pessoas-físicas, um tipo cada vez mais presente de investidores capazes de desafiar e vencer grandes organizações na disputa pelos ativos mais desejados nas principais cidades globais.
  • Contínua mudança na atividade dos investidores em direção a cidades secundárias. É mais evidente na Europa, onde, por exemplo, o número de transações em Londres e Paris caiu 17% ao ano, mas aumentou 37%  nos outros vinte maiores destinos de investimentos do continente.
  • No Norte da Europa, cidades de médio porte - notadamente Dusseldorf, Hamburgo e Munique (Alemanha), Amsterdam (Holanda) e as capitais nórdicas de Oslo e Copenhague - receberam altos volumes de investimentos proporcionalmente a seus PIBs. Estes mercados imobiliários, transparentes e estáveis, com fortes credenciais tecnológicas e ambientais, são atraentes para inquilinos corporativos e investidores.
  • Na Europa, o crescimento do volume de investimento também se estendeu para cidades como Dublin e Madri, que foram consideradas quase "não recomendáveis para investimento" apenas alguns anos atrás. Dublin saltou para o 24º lugar no ranking de investimento global, subindo do 93º lugar ocupado em 2013, e teve o crescimento mais rápido do mundo em valores de locação de escritórios ao longo do ano passado.
  • Nos EUA, o volume de transações deslocou-se para as grandes cidades primárias: Nova York, Los Angeles, Chicago, São Francisco, Washington DC e Boston, invertendo a tendência de cidades secundárias vista em 2012 e 2013. O volume de investimentos no mercado imobiliário comercial em cidades primárias subiu 66% ao ano, em comparação com os 37% registrados no mercado norte-americano como um todo.
  • Alguns nos mercados secundários norte-americanos, como Filadélfia, Miami e Charlotte, se tornaram mais interessantes para compradores institucionais domésticos. Os compradores estrangeiros, por outro lado, ainda não são tão ativos na maioria das cidades secundárias, exceto pelos ativos mais importantes dessas cidades. Os volumes de transação em cidades secundárias devem aumentar em 2015 impulsionados por um aumento da oferta de ativos.
  • A maior parte do investimento asiático foi focada nas principais cidades: Tóquio, Sydney, Melbourne, Hong Kong, Cingapura, Seul, Xangai e Pequim. Com a estagnação do crescimento do estoque em toda a região em 2014, houve menos apetite por oportunidades nas cidades secundárias, além dos ativos mais desejados, devido à baixa transparência e à baixa acessibilidade ao mercado.
  • Ativos residenciais têm sido um foco de atividade dos investidores nos EUA e o interesse por estas propriedades se espalhou para países como Reino Unido e Austrália. Além disso, os desenvolvedores residenciais na China têm expandido seus negócios de forma agressiva em mercados estrangeiros nos últimos anos, com foco em Londres, Nova York, San Francisco, Toronto e Sydney.

JLL no WEF A consultoria imobiliária JLL participa do Fórum Econômico Mundial pelo sétimo ano consecutivo. O evento anual reúne chefes de Estado, líderes empresariais, acadêmicos e Governos para discutir grandes questões globais.

A JLL é parte do grupo de apenas 100 empresas parceiras estratégicas do Fórum Econômico Mundial e apresentará esta semana pesquisas sobre a importância do setor imobiliário na dinâmica das cidades.

O site e o blog da JLL sobre o WEF já estão no ar. O site inclui links para os press releases e notícias atualizadas. E no blog Notes from Davos, os oito executivos da JLL que estão no WEF compartilharão diariamente suas impressões sobre as sessões e as principais discussões abordadas durante o evento.