História do cliente

Da atração de investidores à gestão da obra: solução integrada da JLL contribui com a expansão da Brasilata

Nova fábrica no Rio de Janeiro é projeto BTS que inova ao agregar etapas do processo produtivo em um hub.

Foco

Projeto Built to Suit em localização estratégica no Rio de Janeiro. 

Valor

Solução integrada da JLL reduz riscos e aumenta agilidade.

A Brasilata, maior fabricante de latas de aço no país, está expandindo seus negócios e construindo uma nova fábrica em Barra do Piraí (RJ). A localização é estratégica, ao lado da CSN (Companhia Siderúrgica Nacional), fornecedora exclusiva da matéria-prima utilizada na produção. Na nova planta, serão realizadas etapas do beneficiamento do aço que eram terceirizadas até então, trazendo mais competitividade e inovações para o negócio, como explica Tiago Heleno Forte, CEO da Brasilata.

“Nossa operação vai crescer muito. Além de incorporar novas etapas de produção, vamos centralizar processos que hoje estão espalhados nas fábricas. Será um hub para suprir as outras unidades. Com essas mudanças, também vamos aproveitar para fazer a renovação tecnológica do parque industrial”, diz Forte.

A fábrica de Barra do Piraí vem se juntar às outras quatro unidades da Brasilata: Jundiaí (SP), Estrela (RS), Rio Verde (GO) e Recife (PE). 

Negócio sob medida

“O maior desafio é chegar a um projeto que atenda às necessidades do cliente, sem deixar de ser atraente para o investidor. Trata-se de um produto muito específico, em uma região que não é trivial.”

Ricardo Hirata, diretor da Divisão Industrial e Logística, JLL

O projeto é um BTS (Built to Suit), em parceria com a RB Capital, com investimento de R$ 70 milhões. O terreno tem 100 mil m² e serão 20 mil m² de área construída inicialmente, com possibilidade de expansão. A obra será iniciada assim que todas as autorizações e licenças forem expedidas pelos órgãos competentes, processo que está mais moroso por causa da pandemia. A previsão de conclusão e início da operação é no segundo semestre de 2022. Até lá, a Brasilata ocupa, de forma provisória, um galpão numa região próxima.

“Como nosso objetivo era o redesenho das operações, tínhamos uma necessidade muito específica. Por isso, chegamos à conclusão que BTS era o modelo mais adequado. E a JLL nos sinalizou que havia apetite do mercado para financiar e executar o projeto”, conta o empresário.

A JLL conduziu o BID para cerca de 30 investidores, que culminou na escolha da RB Capital com a melhor proposta. 

Num caso como este, atender às necessidades do cliente significa conhecimento profundo dos requisitos para o projeto. É aí que entra o diferencial de uma solução integrada, como a oferecida pela JLL com o trabalho das áreas Industrial e Logística, que conduziu o BID, e Projetos e Obras (PDS), que faz a gestão da construção.

Vantagens da solução integrada

As vantagens deste trabalho integrado são perceptíveis antes mesmo do início da obra, com o suporte oferecido pela área de PDS sobre as questões técnicas, segundo Evelin Gouveia, gerente de Projetos e Obras da JLL.

“Uma análise prévia evita riscos, pois assegura que o terreno e o imóvel terão condições legais e técnicas de operar como o previsto. Além disso, enquanto o BID era realizado, elaboramos uma estratégia para melhor aproveitamento do tempo, como antecipar pedidos de licenças para diminuir os prazos de mobilização e due diligence, reduzindo o prazo total do projeto”, explica Evelin.

Vantagens do trabalho integrado da JLL em um projeto BTS:

  • Garantir que o terreno e o imóvel poderão operar como o previsto, indicando consultas prévias à legislação e aos órgãos competentes;
  • Assegurar que os requisitos do cliente serão atendidos;
  • Experiência e conhecimento para comparar propostas dos investidores;
  • Redução de prazo com a otimização de processos;
  • Gestão profissional dos diversos fornecedores;
  • Facilidade de comunicação entre as equipes, inclusive com o cliente.

Brasilata e JLL: relacionamento antigo

“Com a confiança que adquirimos, não tivemos dúvida de que a JLL era o parceiro que precisávamos para o projeto da nova fábrica.”

Tiago Heleno Forte, CEO, Brasilata

Essa não é a primeira vez em que a JLL atua no projeto de expansão da Brasilata. Em 2018, a empresa foi contratada para auxiliar na mudança da fábrica e da sede administrativa que ficavam em São Paulo, no bairro da Barra Funda, para Jundiaí. Ao longo dos anos, a região sofreu muitas transformações, migrando de zona industrial para mista, com comercial e residencial.

“Nossa presença como indústria atrapalhava a vizinhança e tínhamos entraves logísticos com a restrição de circulação de caminhões e ruídos. A JLL nos apresentou algumas opções fora da capital, entre elas uma que se adequava perfeitamente à nossa necessidade”, conta o CEO da Brasilata.

A mudança da sede foi concluída entre o fim de 2019 e início de 2020, justamente quando começaram os planos para a nova planta de Barra do Piraí. 

Brasilata: uma empresa inovadora

A Brasilata é uma empresa nacional, familiar, fundada em 1955, mas com gestão profissional. Tiago é a terceira geração a liderar a companhia, que segue sua trilha de inovações e expansões desde então. A nova fábrica com conceito de hub foi inspirada em uma multinacional italiana. Já a mudança da sede de São Paulo para Jundiaí marcou a entrada da empresa no segmento alimentício, com embalagens para produtos de nutrição infantil (leite em pó e suplementos).

O principal mercado, porém, são as latas de aço para tintas e produtos químicos, que correspondem a 60% do faturamento, além de aerossóis. Além de ser líder no mercado nacional, a Brasilata também exporta seus produtos, principalmente para o Mercosul. Segundo Tiago Heleno Forte, CEO da Brasilata, por volta de 15% da receita é proveniente de exportação, um número significativo para o setor. Em 2020, mesmo com as dificuldades impostas pela pandemia, a empresa comemorou bons resultados. 

“De junho a dezembro, foram sete meses seguidos de recordes de produção, o que levou ao crescimento em comparação com 2019. Para 2021, a perspectiva é positiva e a previsão é crescer em torno de 5%. E é muito bom saber que estamos bem assistidos nos nossos planos de expansão imobiliária e operacional”, conclui Forte. 

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